A centenas de anos atrás,   a França e demais Países da EUROPA, criaram as  Instituições e estruturaram a civilização ocidental: o  Casamento   civil, a propriedade privada e o estado. Mas, com todo respeito, cremos que a Instituição do casamento Religioso e da família, é a mais importante de todas.   Dela depende a estabilidade social, a segurança do estado e das pessoas.

         Nada a baixo de DEUS, exerce tão poderosa influência como o Casamento.   O êxodo ou fracasso na vida, do homem ou da mulher, depende muito do êxodo ou fracasso no Casamento.

         O Casamento foi instituído para o bem mais elevado do homem e mulher.   DEUS é o seu autor.   Com efeito, Deus oficiou o primeiro Casamento da história, lá no início com Adão e Eva.   Isto significa que a condição ideal para o ser humano é estar casado, como Deus disse no princípio:   não é bom que o homem esteja só, farei – lhe uma companheira semelhante a ele. (gênesis 2:18).

         O Casamento foi honrado por JESUS, na festa nupcial das Bodas de Canaã, no Milagre da transformação da água em vinho, para os convidados.   A Instituição do Casamento tem lugar de honra na Tradição Judaico – Cristã. Na sua fórmula para o Ato do Casamento, os Judeus empregam a palavra (kiddushin), que significa Santidade.   A Igreja Católica, considera o Casamento uma Instituição natural feita pelo Criador, parte da natureza do homem.   Ela encara o Casamento como Sacramento, capaz de conferir a graça que purifica e santifica a alma. As Igreja evangélicas, o encaram como Instituição Divina.

 

       Santo Agostinho, escreveu: casamento humilde é melhor que virgindade orgulhosa.   E, Martinho Lutero, também disse algo sobre o Casamento:   Deus colocou o símbolo do Casamento em toda a parte da natureza. Cada criatura bisca perfeição na outra.   Ao instituir o Casamento, no princípio da história humana, Deus disse: por isso o homem deixa pai e mãe, para unir-se a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. (gênesis 2:24).  

         O projeto de Deus estabelece a monogamia, não a poligamia – quer seja ela legalizada ou não. O homem deve ter uma só mulher, a mulher um só marido. O Apóstolo Paulo, ensina: cada um tenha a própria esposa e cada esposa o próprio marido. (1 Cor.7:2). Na vontade de Deus, o Casamento é indissolúvel. Jesus, nos ensinou: o que Deus uniu o homem não separe. (Mat. 19:6). Também nos ensina: a mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar-se novamente. (1 cor. 7:39).   Há uma só base para a dissolução do Casamento, reconhecido por Deus: a infidelidade conjugal.

         Sempre que os princípios Divino são reconhecidos e obedecidos nesta relação, o Casamento é uma Bênção.   Ele preserva a pureza e a felicidade do gênero humano, prevê as necessidades do homem, eleva a natureza física, intelectual e moral.   Com efeito, numa união conjugal sadia, o homem e a mulher encontram companheirismo, um lar aprimorado e enobrecido. A esposa temente a Deus, abranda e eleva o caráter do marido. O marido cristão, edifica espiritualmente a esposa.   Como deve ser encarado o casamento? Uma instituição humana, mero contrato pessoal, que pode desconsiderar pela vontade de uma ou de ambas as partes? Deus quer que encaremos o casamento como instituição Divina, Sagrada, indissolúvel.

 

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